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sexta-feira, 4 de junho de 2010

Jogo da Memória

Este é um jogo muito importante para que as crianças revejam sua atuação, caso não consigam formar pares, pois é preciso prestar muita atenção na partida toda para ser um bom jogador de memória. O professor torna-se um grande aliado, intervindo e ajudando as crianças a pensarem sobre sua atuação. O jogo da memória favorece a contagem (dos pares formados) e a esperar sua vez de jogar, principalmente se o jogador sabe onde está o par correto.
Vamos às regras?
  • Embaralha-se e organiza-se todas as peças com a face voltada para baixo;
  • Sorteia-se um jogador para iniciar a partida;
  • O jogador deve virar as peças sem tirá-las do local, para que possam ser localizadas posteriormente;
  • Os outros jogadores devem ter a oportunidade de observá-la;
  • O jogador que formar par, continua jogando.
  • Vence o jogo o jogador que possuir o maior número de pares.
Estes jogos da memória eu fiz para os meus alunos já fazem uns dois anos átras(e os uso até hoje!). O de cima é um jogo da memória de animais diversos e o de baixo é um jogo da memória de cachorros, ambos foram feitos para um projeto de pesquisa sobre animais.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Jogo, brinquedo e brincadeira.


Segundo o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, os jogos e as brincadeiras propiciam a ampliação dos conhecimentos infantis por meio de atividades lúdicas, por isso que o brincar na escola deve ser levado a sério e deve fazer parte do currículo escolar. As crianças, e muitos adultos também, não imaginam o quanto estão aprendendo, conhecendo e descobrindo o mundo!
O grande pensador suiço Jean Piaget (1896-1980) deixou grandes contribuições sobre esse tema e classificou o jogo em quatro tipos:
  • De exercício: se caracteriza pela repetição de uma ação pelo prazer que ela proporciona e é uma das primeiras atividades lúdicas dos bebês, quando balança o chocalho sem parar ou joga objetos no chão repetidas vezes.
  • Símbolo: envolve o faz-de-conta, a representação que ocorre quando os alunos brincam de pirata, de escolinha, de casinha ou super-heróis ou quando manipulam objetos e lhes atribuem significados diferentes, tratar um cabo de vassoura como cavalo por exemplo.
  • De regras: exige que os participantes cumpram normas e considerem fatores que influenciam o resultado: atenção, concentração, raciocínio e sorte.
  • De construção: construir e usar diversos objetos para criar um novo, uma cidade com blocos de madeira ou um aviãzinho de sucata.
Nos estudos de Lev Vygotsky (1896-1934) vê-se especial atenção aos jogos de representação (simbólicos), onde afirmou que não existe brincadeira sem regras, pois os pequenos se envolvem nas atividades de faz-de-conta para entender o mundo onde vivem, usando a imaginação. Enquanto brinca que dirige um carro, a criança procura seguir regras de conduta social e convivência, expandindo sua compreensão sobre o mundo.

Referência: Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil/Revista Jogos e brincadeiras - Nova Escola Edição Especial.